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Estou só... de ti... de mim... Nem eu mesma me suporto assim, escutando meu pranto a ecoar no vazio e olhando este meu corpo abandonado feito terreno baldio.
Falta o desejo explodindo, depois a bonança surgindo... Falta o teu peito a me dar segurança, nossa satisfação entrelaçada em lassidão, esperando o reacender da paixão.
Há o silêncio do teu sussurro excitando-me ao ouvido. Tua mão saliente e curiosa, avivando meus sentidos, está ausente.
Falta o homem, o amante, o amigo, não há mais teu sorriso comigo, não há mais nossos passeios noturnos, nossos jantares à luz de velas, só há solidão em nosso abrigo.
Não há mais nada aqui... Não há mais nada em mim... Só a saudade de ti.
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Site Editado em Abril
de 2006 |