Desfraldar Tardio

Marise Ribeiro


 


Nas águas frias da saudade, deslizo
Após serenar a tempestade...
Aceito o meu destino, e hoje diviso
Que não dei valor à felicidade.

O anoitecer é um sinistro aviso
De que rogarei pela claridade...
Lágrimas salgando o antes sorriso
Na face que brincou com a realidade.

Tive o mar, e não soube dar valor,
Invernei em água estagnada o amor,
Pensando protegê-lo do sofrimento.

Mas um barco, ao sair do remanso
E se lançar num aventureiro balanço,
Tem de saber içar velas à fúria do vento!


25/09/07


 

 
 
 
 
 

      Anterior   

     Próxima
 

Home

Índice



 
 

Para receber nosso
Boletim de Atualizações
cadastre seu e-mail

AQUI

Gostaria de traduzir
esta página?
Então clique

AQUI



 

 

  Site Editado em Abril de 2006
 Copyright
© 2006 - Marise Ribeiro
 Todos os direitos reservados.
 Proibida a cópia total ou parcial deste site.
 
 
 Quando não constar qualquer observação
 sobre a autoria das imagens base usadas nesse site,
 considere-se que foram capturadas na Internet,
 sendo portanto de uso sem restrições.
 
 Visualização Padrão 1024x768

Webmaster & Designer: Drica Del Nero

Página inserida em 14/11/07